
(Chantre)
Às tuas portas
aquietarei minh'alma...
(Côro)
Como se fosses um altar, Olinda!
Silente, adentrarei
pelos teus átrios...
Como se fosses um altar, Olinda!


Com a paz dos monges
dentro dos mosteiros...
Como se fosses um altar, Olinda!
Meditarei ouvindo
o tempo inteiro...
Como se fosses um altar, Olinda!
a secular canção
das tuas ruas
Como se fosses um altar, Olinda!

Hei de pisar
Com reverência e emoção infinda
As fotos d'Olinda copiei de Bob Omena:
por essas pedras nuas
dessas ladeiras
becos e vielas
Como se fosses um altar, Olinda!
de outras eras
Como se fosses um altar, Olinda!
Com reverência e emoção infinda
Olinda!
As fotos d'Olinda copiei de Bob Omena:
A 3ª foto é do Pedro Valadares:
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O post foi publicado inicialmente pelo compadre Carlinhos, no blogue Sítio d'Olinda, e pertenceu a uma gorada procissão poética que faríamos pelas ruas d'Olinda, em 1995, que se chamaria Psalmos Apócriphos. Tratavam-se de 7 poemas (psalmos), ilustrados por 7 artistas, em 7 bandeiras de procissão, acompanhadas pelo toque compassado de uma alfaia, com paradas para declamação nos 7 nichos do centro histórico.
O post foi publicado inicialmente pelo compadre Carlinhos, no blogue Sítio d'Olinda, e pertenceu a uma gorada procissão poética que faríamos pelas ruas d'Olinda, em 1995, que se chamaria Psalmos Apócriphos. Tratavam-se de 7 poemas (psalmos), ilustrados por 7 artistas, em 7 bandeiras de procissão, acompanhadas pelo toque compassado de uma alfaia, com paradas para declamação nos 7 nichos do centro histórico.
O projeto ainda não se realizou!
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