"Não é a vida mais do que o alimento,
e o corpo, mais do que as vestes?
Observai as aves do céu..." Mt 6: 25,26
O vôo é imprescindível.
Se as caixas estão empilhadas
E os lotes numerados.
Deus! O que é isso?
Essas asas, não as tenho em vão.
Embora inumeráveis, os veículos e a chuva, ácida.
Esquemáticos, os projetos.
Os túneis, sem luz.
Aonde vamos?
Posso pairar sobre o azul das cordilheiras.
Enquanto o conceito aprisiona as coisas.
Flagelam-se as gentes.
Captam-se teleológicos cicios.
Mãe, o que é a vida?
2 comentários:
persigno as interrogações, é tanto o tudo desconhecido,
abração
Talvez um átimo no tempo de Gaia... Talvez, a mesma interrogação infinitiva que acontece aos poucos...
Bom ler você novamente.
Um forte abraço!
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